O pré-candidato ao Governo do Estado, Cícero Lucena, usou suas redes sociais para se solidarizar com pequenos empreendedores que relatam dificuldades em razão dos atrasos nos repasses do programa Tá na Mesa, mantido pelo Governo da Paraíba.
Segundo comerciantes participantes do programa, os pagamentos estariam acumulando meses de atraso, situação que tem provocado prejuízos financeiros e, em alguns casos, o encerramento das atividades. Um dos relatos que ganhou repercussão nas redes sociais foi o de Rogério, empresário que mantinha estabelecimentos em Santa Cecília e Cabaceiras.
“Tive que fechar as portas pela falta de pagamento de três meses do programa, o que infelizmente vai impactar diretamente os usuários do programa”, lamentou.
Ao comentar o caso, Cícero afirmou que a situação exige uma resposta rápida do Governo do Estado.
“É inadmissível que um programa tão importante enfrente atrasos que prejudicam tanto os pequenos empreendedores quanto as pessoas que dependem dessa alimentação. Segurança alimentar exige planejamento, responsabilidade e compromisso com quem mais precisa”, declarou.
O pré-candidato também cobrou a regularização imediata dos pagamentos e afirmou que a gestão estadual precisa dar uma resposta rápida aos empreendedores e às famílias beneficiadas pelo programa.
Cícero tem defendido não apenas a manutenção, mas a ampliação do Tá na Mesa. Como prefeito de João Pessoa, implantou uma série de iniciativas voltadas ao combate à insegurança alimentar, ampliando a rede de restaurantes populares da capital, abrindo novas cozinhas comunitárias, criando os programas Bora Comer e Terceira Refeição e implantando o primeiro Restaurante Popular Universitário da Paraíba.
O equipamento foi criado para atender estudantes da Universidade Federal da Paraíba que enfrentavam dificuldades para custear a alimentação diária, garantindo refeições acessíveis e reforçando a política de inclusão social e permanência estudantil.
Segundo Cícero, a experiência desenvolvida em João Pessoa demonstra que é possível ampliar o alcance das políticas de segurança alimentar, fortalecer a rede de proteção social e, ao mesmo tempo, gerar oportunidades para pequenos empreendedores que participam desses programas.






