Secretaria de Saúde confirma que pane elétrica causou incêndio no Hospital Pedro I

A Secretaria Municipal de Saúde emitiu nota sobre as causas doo Hospital que atingiu o Pedro I, em Campina Grande.
Devido o risco das chamas se espalharem, alguns pacientes da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) tiveram que ser removidos às pressas para o Hospital de Campanha que funciona ao lado.

Segundo o Corpo de Bombeiros, um curto circuito em um gerador deixou o Hospital Municipal Pedro I, referência para tratamento da Covid-19 em Campina Grande, sem energia elétrica. Com isso, parte dos pacientes internos no local foram transferidos para o hospital de campanha, localizado no mesmo complexo da unidade de saúde.

Ao PB Agora, o Corpo de Bombeiros, confirmou que a remoção dos pacientes foi feita devido a falta de energia no local.

Já ontem à noites, Informações confirmadas ao PB Agora davam conta que o incêndio teria sido provocado devido a um transformador com defeito. O Corpo de Bombeiros foi chamado, e conseguiu apagar as chamas a tempo.

A da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informou que ocorreu uma pane elétrica no gerador de energia elétrica do Hospital Municipal Pedro I. O incidente aconteceu em função de uma sobrecarga na rede externa da unidade hospitalar. Com a pane, o abastecimento de energia ficou comprometido em parte da unidade de saúde e cinco pacientes da UTI foram transferidos para o Hospital de Campanha, que fica no mesmo complexo e que não sofreu queda de energia.

A Companhia Energisa esteve no local fazendo o reparo e em cerca de duas horas o problema foi sanado, conforme a secretaria. A equipe de iluminação pública do município e o staff de manutenção do hospital também colaboraram na ação. A pane elétrica não teria comprometido o atendimento dos pacientes internados e nem provocado prejuízo estrutural.
O prefeito da cidade, Romero Rodrigues, informou em uma transmissão feita pela internet que os pacientes com estado grave de saúde e que estavam em unidades de terapia intensiva (UTIs) tiveram as transferências priorizadas. O deslocamento deles foi realizado por socorristas do Serviço de Atendimento de Urgência e Emergência (SAMU), Corpo de Bombeiros e profissionais de saúde do próprio hospital.

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