Gabigol e Bruno Henrique tentam se reencontrar no Flamengo para voltarem a funcionar juntos

Tudo que o Flamengo fizer em 2020 terá o ano de 2019 como referência. E quando se trata de jogadores, a comparação é inevitável. Artilheiro e vice-artilheiro do clube na última temporada, Gabigol e Bruno Henrique não fazem um grande segundo semestre, assim como todo o time. Mas têm crédito.

O camisa nove, que terminou a última temporada com 43 gols e 12 assistências, segue em branco desde a retomada do futebol. Contrastando com os onze gols antes da paralisação pela pandemia. No caso de Bruno Henrique, que errou assistência aparentemente simples para o companheiro na derrota para o Atlético-MG, são três gols. Contra Bangu e Volta Redonda. Todos com assistência de Gabriel.

Notabilizado pela expressão “outro patamar”, em referência ao nível de atuação coletiva do clube sob o comando de Jorge Jesus, Bruno Henrique é um dos que precisará adaptar-se ao jogo com Domènec Torrent, que pode utilizá-lo como segundo atacante ou mais aberto na esquerda. Desde que chegou ao clube, no ano passado, são 76 jogos, 43 gols e 16 assistências. Só uma este ano.

Nas finais com o Fluminense pelo Estadual, BH passou em branco e ainda se lesionou. E a nova parada até o Brasileiro prejudicou a obtenção de ritmo. Ambos terminaram no topo da artilharia do Brasileiro de 2019. Gabigol com 25, Bruno Henrique com 21. Um sempre funcionando para o outro, e consequentemente para o time.

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