Dia da Árvore: Ana Cláudia propõe plano de arborização urbana com critérios técnicos e ações coordenadas, em Campina Grande

A candidata do Podemos à Prefeitura de Campina Grande, Ana Cláudia, trouxe na manhã desta segunda-feira, 21 de setembro, data quando se comemora no Brasil o ‘Dia da Árvore’, a necessidade de se debater na cidade um plano de arborização urbana que atenda a critérios técnicos, tendo ações coordenadas. Para isso, apresentou propostas que devem ser inseridas no seu Plano de Metas.

Áreas cobertas com vegetação têm o potencial de reduzir em até 20% o risco de mortalidade por câncer e doenças respiratórias em relação a regiões sem vegetação, segundo artigo recém-publicado na revista científica Environmental Health Perspective. Para Ana, num cenário de mudanças climáticas, a revegetação das grandes cidades está na agenda do dia. “Por isso queremos discutir que arborização queremos para Campina Grande”, afirmou.

Dados de 2019 da Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente (Sesuma) apontam que pelo menos 500 pessoas estão esperando para ter árvores podadas em Campina Grande. Os moradores reclamam que as árvores trazem riscos e provocam medo e a Prefeitura, recentemente, por meio oficial, confirmou o problema, mas diz que não tem como atender a demanda. Além disso, Ana afirma que a prefeitura, ao longo dos anos, vem arrancando diversas árvores na cidade, sem plantar substitutas.

Ana propõe a criação do Comitê Municipal de Arborização e fala da necessidade de implementação experimental de um sistema de gerenciamento para a fiscalização das árvores da cidade. “Muita gente ainda planta Algaroba, que não é apropriada para zona urbana, pois elas são de raízes rasas e não têm sustentabilidade para aguentar ventanias”, diz.

A candidata do Podemos ainda defendeu a implementação de um plano diretor do verde para efetivar políticas permanentes sobre plantio e cuidado com as árvores em Campina. Árvores contribuem para minimizar a poluição do ar e reduzir as amplitudes térmicas. Captam gás carbônico liberando oxigênio. Proporcionam beleza visual, sombreamento e abrigo para a avifauna. Contribuem assim para diminuir problemas respiratórios e melhorar a qualidade de vida na cidade.

“Porém, a forma de plantar, quando, como, onde e o que plantar são questões que precisam integrar uma ação coordenada, para que a iniciativa possa otimizar os resultados, facilitar o manejo e proporcionar o necessário controle fitossanitário das árvores”, afirmou Ana Cláudia.

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