Amazonino e Braga vão disputar 2º turno para governo do Amazonas

Propostas Amazonino destacou durante sua campanha reordenar o orçamento e a aplicação de recursos com foco em três áreas. Na educação, ele afirma que a Universidade Federal do Amazonas (UEA) voltará a ter recursos e atuará por meio de parcerias para ofertar cursos de qualificação para suprir a demanda do Polo Industrial. Na saúde, ele garante o funcionamento pleno de toda a rede hospitalar. Para aumentar a segurança, a prevenção e repressão a crimes será feita com parceria das Forças Armadas, Polícia Federal e trocando informações estratégicas com os outros estados. Eduardo se comprometeu, na área da saúde, em zerar as filas de consultas especializadas, exames e cirurgias com o programa Mutirão Cidadão, abastecimento de medicamentos e criar a Central de Laudos de Exames Gráficos e de Imagens. Na segurança, ele quer fortalecer o policiamento ostensivo nas áreas com maior incidência criminal e reduzir assaltos no transporte coletivo. Já na área de Educação, diz que vai retomar as obras paralisadas dos núcleos da UEA e criar o programa UEA Solidária, para formandos como contrapartida social à população do interior. Campanha Em pouco mais de um mês, candidatos usaram o horário eleitoral e entrevistas para apontar problemas nas propostas de Amazonino e Braga. Os concorrentes afirmavam que os dois políticos integram o grupo que se reversa no poder há, pelo menos, 30 anos, sem apresentar solução para o desenvolvimento do estado. Amazonino, que chegou a anunciar “aposentadoria” da política, retornou à disputa afirmando ter experiências para reerguer as contas do Amazonas. Ele afirma que sua campanha é um “ato de amor” ao estado. Ao receber críticas ao concorrer ao governo aos 77 anos, ele chegou a declarar que irá administrar um estado e não “correr maratona”. Ele tem como vice o deputado estadual Bosco Saraiva (PSDB). Com a frase “Amazonas está na UTI”, Braga concentrou as críticas aos últimos governados do Amazonas. O política afirma que as contas vermelhas do estado são resultado de um governo sem capacidade de gestão. O senador também rebateu críticas por ter como vice o seu ex-adversário político Marcelo Ramos. Braga e Ramos foram concorrentes na eleição de 2014 para governo do Amazonas.

G1

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