Aécio volta ao Senado e deve fazer pronunciamento

Histórico No dia 18 de maio, por decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo, Aécio foi afastado das atividades parlamentares. Para afastar o tucano, o magistrado se baseou na delação do empresário Joesley Batista, um dos donos da holding J&F, controladora do grupo JBS. Segundo o Ministério Público, Aécio solicitou e recebeu do empresário R$ 2 milhões que seriam utilizados para pagar seus advogados em inquéritos da Lava Jato. Em troca, Aécio atuaria em favor da JBS no Congresso Nacional. No dia 14 de junho, o Senado informou que, entre outras medidas, o salário de Aécio seria descontado em razão das faltas às sessões de votação da Casa. No mês, Aécio recebeu do Senado R$ 19,6 mil, sendo que R$ 16,8 mil, corresponde à primeira parcela do 13º salário, que foi paga, segundo a assessoria do Senado, a todos os servidores da Casa no mês. Na última sexta-feira (30), o ministro Marco Aurélio Mello decidiu desfazer o afastamento do parlamentar. Com isso, Aécio foi autorizado a voltar a trabalhar normalmente Ele tem negado as acusações, se diz vítima de uma “armação” e afirma que não fez dinheiro com a vida pública.

G1

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