Mesmo sem mandato, Ney Suassuna avisa: “Jamais deixarei de lutar pelos interesses da Paraíba”

Este final de semana é marcado pelo ingresso na campanha majoritária da chapa encabeçada por João Azevedo (PSB), do ex senador Ney Suassuna. O empresário já havia praticamente se “aposentado” da vida pública desde que perdeu o mandato de Senador na disputa em que tinha como aliado o então candidato ao governo José Maranhão.

 

Ney assumiu o mandato pela primeira vez em 1994 no lugar do ex governador Antônio Mariz. Quatro anos depois reeleito senador na chapa encabeçada pelo senador José Maranhão, ,mas oito anos depois foi derrotado nas urnas. Desde então, se afastou dos cargos públicos, tendo algumas vezes, esboçado o desejo de voltar.

 

Na semana passada ele foi inserido na chapa majoritária que tem o apoio do governador Ricardo Coutinho (PSB), para disputar o pleito como primeiro suplente ao senado de Veneziano Vital do Rêgo (PSB).

Uma de suas primeiras declarações após ter o seu nome registrado no Tribunal Regional Eleitoral, foi que sempre trabalhou pela Paraíba, independentemente do cargo público que ocupa.

Enfático, disse que nunca deixou de trabalhar pelos interesses paraibanos, visando os interesses do Estado.

Bem mais experiente, e visivelmente mais idoso, Ney Suassuna garantiu que neste final de semana percorrerá municípios do litoral e de outras regiões da Paraíba, pedindo votos para o candidato a senador Veneziano Vital do Rêgo,

 

Por sua história, tradição e pelos cargos que ocupou, Ney acredita na vitória de Veneziano para uma vaga ao Senado em virtude dos compromissos que ele tem assumido para liderar uma renovação política e dar organicidade ao mandato do ponto de vista de encaminhar e colaborar para equacionar as demandas de interesse da população paraibana.

Esta semana, ele ligou pessoalmente para vários prefeitos paraibanos pedindo votos para Veneziano.

 

“O trator” como ficou conhecido Ney Suassuna, foi senador pelo antigo PMDB e exerceu funções públicas como a de ministro da Integração Nacional, e líder do PMDB no Senado, surpreendeu com o seu retorno à atividade política, diante das especulações de que ele teria desistido da política.

Ele disse que aceitou integrar a chapa de Veneziano porque é testemunha do esforço dele, como deputado federal e como ex-prefeito de Campina Grande por duas vezes para gerar alternativas de solução política.

 

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