Stiupb faz panfletagem nesta quarta em preparação da greve geral

  • Fixa em 65 anos a idade mínima para aposentadoria para homens e mulheres. O que aumenta a desigualdade porque as mulheres têm jornada dupla, tendo que cuidar da casa, dos filhos, entre outras tarefas diferenciais.
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    1. Aumenta o tempo de contribuição de 15 para 25 anos e exige 49 anos de contribuição para acesso à aposentadoria integral
     
    1. Acaba com as aposentadorias especiais, que é concedida aos trabalhadores que atuam em atividades prejudiciais à saúde e a aposentadoria dos professores que também é considerada especial.
     
    1. Cria um pedágio para homens com mais de 50 anos e mulheres com mais de 45 anos que terão acréscimo de 50% no tempo até se aposentar
     
    1. Reduz o valor das pensões e benefícios do INSS em até metade do que é hoje.
     
    1. Acaba com o Benefício de Prestação Continuada (BPC) que é pago às pessoas       idosas, com deficiência de famílias pobres.
     
    1. Se a reforma for aprovada, os jovens terão que começar a trabalhar com 16 anos e contribuir sem interrupções por 49 anos para poder se aposentar com 65 anos.
     
    1. Aumenta o tempo de contribuição para os trabalhadores rurais que terão que recolher a contribuição individual por 25 anos (atualmente é de 15 anos) e também eleva a idade para 65 anos.
     
    1. Em um cenário de crise econômica e acentuado desemprego, mudar as regras da Previdência aumentará a crise.
     
    1. Com essas mudanças, o presidente Michel Temer quer que o povo brasileiro trabalhe até morrer, porque na maioria das cidades brasileiras – principalmente nas periferias – a expectativa de vida da população brasileira é de 58 anos.
        RELATOR DA REFORMA TRABALHISTA PREVÊ QUE MUDANÇAS ENTREM EM VIGOR EM JUNHO   O relator do projeto de lei sobre a reforma trabalhista, deputado federal Rogério Marinho (PSDB-RN), prevê que as alterações na legislação da CLT entrem em vigor em meados de junho, antes do recesso parlamentar. Em evento na Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham), em São Paulo, Marinho defendeu a reforma alegando que a CLT perdeu sua condição de atender às necessidades atuais do mercado de trabalho. “A ideia foi modernizar a lei para adequá-la ao espírito do tempo”, afirmou. Entre os principais pontos do projeto estão a prevalência da negociação entre empresas e trabalhadores sobre a lei para pontos como flexibilização da jornada, fragmentação de férias, trabalho por produtividade e mudanças na representatividade dos trabalhadores dentro das empresas, sem necessidade de o escolhido ser sindicalizado. Além disso, o projeto de lei prevê regulamentação nas modalidades de trabalho por home office (trabalho em casa) e intermitente, no qual os trabalhadores são pagos por período trabalhado. Segundo ele, nem as mobilizações marcadas para esta terça-feira (18) e dia 28, com possibilidade de paralisações pelo país, afetarão a tramitação do projeto. “As mobilizações são perfeitamente naturais e fazem parte do processo contrário ao que estamos fazendo”, disse. De acordo com Marinho, a ideia é que o projeto seja votado em comissão da Câmara entre esta quarta e quinta-feira. Como se trata de lei ordinária, só precisa de maioria simples para passar pela Câmara, segundo ele. O relatório de Rogério Marinho será votado pela Comissão Especial da Reforma Trabalhista. Depois a proposta segue para a análise do Plenário da Câmara. “No final de abril estaria exaurido no âmbito da Câmara e iria para o Senado. E no final do mês de maio e começo de junho já estaria sendo aprovado nas duas Casas”, disse. Segundo ele, não haverá perdas de direitos por parte do trabalhador, mesmo suprimindo ou modificando 117 dos mais de 900 artigos da CLT. “Não estamos mexendo no artigo 7º da Constituição, que garante os direitos do trabalhador”, garantiu.    ]]>