Napoleão Maracajá condena PMCG por gastos com lanches e R$ 156 em quiosques

Em entrevista ao programa Edil Francis (Rádio Cidade AM), dia 28 passado, o ex-vereador Napoleão Maracajá, secretário de comunicação e divulgação do Sindicato dos Trabalhadores no Agreste da Borborema (Sintab), discorreu sobre vários assuntos, como a reforma política, o polêmico fim do racionamento de água em Campina e as questões relacionadas ao servidor público municipal. Sobre a Reforma Política, Napoleão disse ser contra o “Distritão” e favorável ao proporcional: “Espero que o Distritão não passe, porque ele é nocivo à democracia e não existe em quase nenhum lugar do mundo”. Sobre a posição da Prefeitura de Campina ser contra o fim do racionamento, Napoleão disse que vindo da parte do Governo Municipal nada mais lhe assusta: “Eles se apequenam e prejudicam os mais pobres. O racionamento foi encerrado porque existe suporte técnico para isso. A Prefeitura não tem mais o que dizer do Governo do Estado. É essa mesma Prefeitura que dá calote em muita gente, que não paga precatórios de professores, não paga a Cagepa, e querem dar uma lição de moral a quem faz a coisa certa. São uns desmoralizados e administram com maquiagem em toda a cidade”, disse o Secretário do Sintab. Sobre as últimas notícias divulgadas na imprensa, dando conta que uso de recursos públicos por parte da Prefeitura para a aquisição de lanches e fardas para o gabinete do Prefeito Romero, o sindicalista afirmou que isso deveria ser direcionados para uma boa parte dos alunos, que, segundo ele, ainda não receberam esse material: “Se as pessoas pudessem ver o Semanário Oficial, iriam ver absurdos, como o uso de R$ 156 mil para construir quiosques, que nem sabemos onde serão construídos. Eles estão acima da Lei, o limite é o céu quando se trata em gastar o dinheiro público”, arrematou.]]>

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