Com dois anos de atraso, Fachin defende candidatura de Lula e é cobrado por Gleisi a votar suspeição de Moro

“Que tal enfrentar o erro julgando a suspeição de Moro, para resgatar a credibilidade do Judiciário?”, questionou Gleisi

Edson Fachin, Lula e Gleisi Hoffmann

247 O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, defendeu nesta segunda-feira que o ex-presidente Lula tivesse tido o direito de ser candidato à presidência da República em 2018. “O tempo mostrou que teria feito bem à democracia brasileira se a tese que sustentei no TSE tivesse prosperado na Justiça Eleitoral. Fazer fortalecer no Estado democrático o império da lei igual para todos é imprescindível, especialmente para não tolher direitos políticos”, disse.

Preso político durante 580 dias, Lula foi impedido pelo Tribunal Superior Eleitoral de disputar uma eleição presidencial que venceria da prisão – o que teria impedido a ascensão de um regime neofascista no Brasil. Depois da declaração de Fachin, a presidente do Partido dos Trabalhadores, Gleisi Hoffmann (PT-PR), cobrou a votação da suspeição do ex-juiz Sergio Moro. Confira:

 

 

 

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