A política não permite improvisações”, diz Veneziano ao comentar sobre o PMDB e partidos aliados ao governador

O deputado Federal Veneziano Vital do Rêgo (PMDB), negou que seu desinteresse em disputar o governo do Estado em 2018, seja devido a falta de apoio que recebeu do PSB em 2016, quando este, no último momento apresentou Adriano Galdino como candidato. Veneziano aproveitou a entrevista na Rádio Correio para deixar a lição: “O episódio de 2016 que sirva de lição para o PMDB, PSB e todos os partidos que compõem o grupo ligado ao governador. Não podemos fazer política de última hora. A política não permite improvisações”. Veneziano acredita que suas afirmações desde o último fim de ano podem ter desagradado alguns colegas de partido, mas ele nunca viu um gesto que mostre ele não é bem vindo dentro do PMDB. “Pode não ter sido do agrado de companheiros do PMDB o que eu tenho falado desde o fim do ano. Por eu ter dito que o PMDB precisava rever posições estratégicas, retomar posições, retomar sua marca de um partido democrático, aberto e com as decisões tomadas no coletivo. Posso ter desagradado a alguns, mas é meu dever. Não quero ver o partido se apequenando como nós o vimos nas eleições de 2016, que caiu de 58 para 27 prefeituras administradas por nós. Se eu me sentisse bem com essa realidade eu me calaria, mas isso não me conforta, não diz o tamanho que o partido deveria ter, retomando a época que tínhamos presença marcante na assembleia e no executivo”, explicou. Sobre a decisão do governador Ricardo Coutinho (PSB) em apresentar um candidato apenas em 2018, o deputado disse que o candidato não deve ser apresentado nas vésperas. “O governador, que é o condutor do grupo, deveria levar em conta um nome que seja estadualizado e já tenha o conhecimento de todas as regiões e não um nome apresentado às vésperas”. disse. Da Redação]]>